quinta-feira, 10 de novembro de 2016

UMA GRANDE HONRA PARA A GUINÉ-BISSAU

Por: Oscar Barbosa (Cancan)
O Eng. Cipriano Cassamá, foi ontem eleito Presidente da Comissão Executiva da União Parlamentar Africana (UPA).
O camarada Eng. Cipriano Cassamá, Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau ao cargo de Presidente Executivo da UPA foi eleito por aclamação pelos membros dos 43 países africanos presentes em Rabat/Marrocos.
Figuravam igualmente como candidatos, os Parlamentos da Namíbia, do Benim e do Reino de Marrocos, mas foi o Presidente do Parlamento da Argélia, através de uma curta intervenção, quem apresentou a candidatura da ANP da Guiné-Bissau, que contou igualmente com o forte apoio do Parlamento de Djibuti.
Conforme noticiado, a 39ª Conferência e 69ª sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana (UPA) que decorria desde o dia 5 do corrente em Rabat, Marrocos, foi ontem, dia 9.11.2016, encerrada com a aprovação de importantes resoluções em conformidade com os temas que foram objeto de discussão.
Um dos pontos contantes na agenda de trabalhos dizia respeito à “Eleição dos membros do Comité Executivo”, na qual a Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, encabeçada pelo seu Presidente, Eng. Cipriano Cassamá, figurava como um dos candidatos à Presidência da Comissão Executiva da UPA. Figuravam igualmente como candidatos, os Parlamentos da Namíbia, do Benim e do Reino de Marrocos.
Após uma intensa diplomacia parlamentar movida por Sua Excelência o Senhor Presidente da Assembleia Nacional Popular junto dos seus homólogos, coadjuvado pelo Parlamento de Djibuti, que desde a primeira hora apoiou com convição a pretensão da ANP guineense, o Presidente do Parlamento do Benim decidiu retirar a sua candidatura apoiando o candidato guineense.
De assinalar que foi o Parlamento da Argélia, na pessoa do seu responsável máximo quem, através de uma curta intervenção, apresentou a candidatura da ANP da Guiné-Bissau.
Esta apresentação da candidatura guineense rapidamente obteve o acolhimento e aprovação de várias delegações presentes na sala, dentre as quais: Parlamento do Reino de Marrocos, que entratanto, à última hora, decidiu retirar a sua candidatura a favor da Guiné-Bissau, os Parlamentos da Guiné-Equatorial, Togo, Burkina-Faso, Senegal, Camarões, Gâmbia, que encorrajou vivamente a candidatura guineense, entre outros.
Convidado a apresentar as linhas orientadoras da sua candidatura, o Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, Eng. Cipriano Cassamá, para além dos agradecimentos habituais nestas circunstâncias, fixou um conjunto de metas a atingir caso fosse eleito Presidente da Comissão Executiva da UPA. Destacaram-se, entre outras:
 Consolidar e ampliar o quadro orçamental da organização;
 O alargamento do leque dos membros, evidando para o efeito todos os esforços para que mais parlamentos africanos adiram a UPA;
 Alargar o quadro de parceria da UPA e outras organizações, dentro e fora do continente;
 Levar a UPA a outros fóruns mundiais e subregionais, nomeadamente, a ONU, à União Africana, à União Europeia, para que a UPA seja reconhecida como uma parceira incontornável;
 Finalmente, pretende que a UPA seja reconhecida e incluída na lista de organizações observadoras das eleições.
Submetida à votação, a candidatura da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau ao cargo de Presidente Executivo da UPA foi eleita por aclamação pelos membros presentes.
Outrossim, foi eleito para o cargo de primeiro Vice-Presidente da Comissão Executiva o Parlamento do Reino de Marrocos, e para segundo Vice-Presidente o Parlamento dos Camarões, e para cargo de Relator, o Parlemento de Djibuti, que foi reconduzido nas mesmas funções.
Refira-se finalmente que integram a UPA os parlamentos nacionais de 43 países africanos.

Nota GP: JOMAV não consegue estas distinções ou eleições, porque sente-se envergonhado pela merda que tem feito e não participa.