sexta-feira, 14 de outubro de 2016

DSP, DISSE ISSO ANTES DE JOMAV COMEÇAR A CRISE E QUANDO ELA AINDA NÃO EXISTIA

“Hoje estou convicto que, alguém pode não estar interessado na conclusão do trabalho em curso. Porque é estranho demitir o presidente do Tribunal de contas nestas circunstâncias. Não estamos a falar de um presidente do tribunal indicada por outras estruturas. Não. Ele foi indicado por este Presidente da República. Mas um ano depois dessa indicação, decidiu demiti-lo e sente-se no direito de não dar qualquer justificação a ninguém. Isso deixa-nos estranho e reforça a nossa convicção de que estamos num processo em que certas pessoas não querem que avance”, Domingos Simões Pereira.