quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Copi Colé: OPINIÃO AAS: JOGOS QUASE PERIGOSOS

O Presidente da República da Guiné-Bissau, JOSÉ MÁRIO VAZ, tem-se portado como um desequilibrado mental. JOMAV tem sido um irresponsável, um homem perigoso que anda com um bidão de gasolina numa mão e uma caixa de fósforos na outra.


O PR está a jogar à roleta-russa com a comunidade internacional, pois pensa que nenhum militar ousará desencadear um golpe de Estado no País, com 'medo' das sanções. Engana-se.

Aliás, se houvesse um golpe hoje, amanhã, depois para remover o JOMAV, ACREDITEM, levantar-se-iam de imediato as sanções impostas aos militares. Isso é uma garantia. Para mais, todos sabemos o que valem as sanções impostas pela ONU e pela União Europeia: Valem zero. Nada. Niente!

Um dos sancionados, IDRISSA DJALO, foi nomeado ainda durante o nefasto período de 'transição' e na cara de todos 'embaixador'(?!) da Guiné-Bissau na Gâmbia - o feudo do António Indjai. Por lá continua. Foram ainda nomeados outros militares sancionados. Ninguém tugiu ou mugiu. Complicado. Posto isto, deixo este alerta: o PR deve ter muito cuidado nos seus cálculos...

Eu espero continuar a ter razão. O PR José Mário Vaz exagera na descrição das suas realizações - que são nenhumas - a ponto de mentir. Passa a vida em viagens a países suspeitos, mendigando dinheiro para pagamento dos salários, para corromper pessoas. Porém, isso nem é o pior.

Pior, pior é o facto do presidente, fruto do seu desequilíbrio, estar firmemente convencido que é único e especial. Numa frase: precisa de admiração excessiva e carece de adulação e atenção, mas sobretudo de afirmação. E é isso que é perigoso. AAS

Nota GP: Sublinhamos tudo isso