sábado, 16 de dezembro de 2017

ENTRAMOS EM JOGO! JOMAV VAI PROVAR O VENENO

Nô bai!!!

BIAGUÊ NANTAN TOMA CUIDADO. JOMAV NA MITIU NUNDÉ KU BUCANA SAI MÁS. BU MISTI PASSANTA DJINTYS BORGONHA MÁ ÉKANA SETAU EL

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Veja a tua vergonha!!!
50 milhões sem qualquer justificativo? E o poder porque quer continuar, aceita.

DESVERGONHADO JOMAV, VOLTOU A PEDIR UM MÊS A CEDEAO PARA IMPLEMENTAR O ACORDO. A ESTRATÉGIA É ADIAR O CONGRESSO DO PAIGC E FACILITAR A INTEGRAÇÃO DOS 15. MAS JOMAV NÃO LEMBRA QUE O ACORDO DE CONACRI DIZ QUE 'A REINTEGRAÇÃO SERÁ DE ACORDO COM AS LEIS EXISTENTES NO PARTIDO'

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Mas porquê é que JOMAV não dissolve o parlamento?
BUNA PIDI TÉ, BU NA BIM PIDI UM DIA
FIDJU DI PUTA

ESTAMOS MUITO PERTO DO DIA DA VERDADE

Boa noite, 'o dia da verdade está perto'
Escrevo esta carta na qualidade de militares revoltados com as detenções feitas. É mentira dizer que está-se a preparar um golpe de Estado contra JOMAv. Se essa perseguição continuar, nós sabemos o que é possível fazer. Há três meses tentaram imputar golpe de Estado ao Comandante Júlio em Bissau e deteram Madja. Hoje, voltaram a deter a parte fraca.
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Anónimo
Soldado

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

BRAIMA CAMARÁ VOLTA A CONTROLAR

MESMO SE FICAR SEM APOIO DO SENEGAL, JOMAV VAI MANTER O GOVERNO DE SISSOKO. ALPHA KONDÉ VAI EXIGIR A CEDEAO UM POSICIONAMENTO SOBRE A GUINÉ-BISSAU.


Acordo de Conacri simboliza "impasse político" na Guiné-Bissau

A crise política na Guiné-Bissau não tem fim à vista, apesar da assinatura do Acordo de Conacri há mais de um ano. Enquanto líderes debatem soluções, analista Carlos Lopes recomenda aposta nas novas eleições.
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para esta quinta e sexta-feira (14 e 15 de dezembro) estão marcados protestos em Bissau. Os partidos da oposição deverão voltar a sair à rua para exigir a demissão do Governo guineense e o cumprimento do Acordo de Conacri.
Além disso, os principais líderes políticos guineenses reúnem-se nos próximos dias na Nigéria para discutir a crise política na Guiné-Bissau. A reunião foi convocada pelos Presidentes do Togo e da Guiné-Conacri, Faure Gnassingbé e Alpha Condé respetivamente, antecedendo a conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, a ter lugar na capital nigeriana, Abuja.
as vésperas do encontro, o académico Carlos Lopes considera que a prioridade deve ser a organização das próximas eleições, para que sejam íntegras.
Em entrevista exclusiva à DW, em Lisboa, o economista guineense comenta que "neste momento, o Acordo de Conacri é uma espécie de simbolismo do impasse político na Guiné-Bissau".
Sem apontar nomes, Lopes afirma que o problema está nos atores políticos.
"Precisamos de dar muito mais espaço à juventude. Acho que os jovens têm uma visão diferente das coisas", afirma o investigador na Universidade de Oxford. Sendo assim, pede mais humildade à classe política, que tem de ser "capaz" de reconhecer que o desenvolvimento é a prioridade.
"Se não fizermos o esforço coletivo para o desenvolvimento, vamos falhar uma viragem importante numa altura em que o mundo não está à nossa espera. A velocidade das transformações acelera e, portanto, países como a Guiné-Bissau já estão a reboque e acabam por ficar completamente esquecidos, porque já há um cansaço das crises guineenses", diz Carlos Lopes.
O também sociólogo critica o excesso de personalização do debate político na Guiné-Bissau, o que põe em causa o interesse nacional.
"Esse excesso de personalização tem a ver com uma coisa muito clara - a falta de solidez das instituições", sublinha. "Quando as instituições não são sólidas, fala-se mais dos protagonistas. Mas quando as instituições têm, de facto, um protagonismo e uma força maior, o papel das personalidades deixa de ser tão polarizante."
O académico, também ligado à Universidade do Cabo, na África do Sul, não quer entrar em polémicas, apontando o dedo seja a quem for. Realça apenas que "o sistema político - ou o processo democrático guineense - é muito deficitário, com contornos medíocres", precisamente porque as instituições não são muito sólidas.
"Não é por acaso, por exemplo, que cada pessoa tem uma visão diferente da Constituição", refere Carlos Lopes.
O ex-secretário-executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África afirma, por último, que é importante o apoio da comunidade internacional para o fim das crises políticas, mas considera antes fundamental a mudança de mentalidade dos dirigentes guineenses.
"O debate está à volta disso: vamos ou não ter eleições íntegras?", questiona. Carlos Lopes exorta os guineenses a terem esperança no seu futuro.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Tornar o mundo digital mais seguro para as crianças – e aumentar o acesso online para beneficiar as mais desfavorecidas

Apesar da presença massiva das crianças no meio online - 1 em cada 3 utilizadores de internet em todo o mundo é uma criança - muito pouco é feito para as proteger dos perigos do mundo digital e para tornar o seu acesso a conteúdos online mais seguros, afirmou o UNICEF no seu relatório anual de referência divulgado hoje.

A publicação “Situação Mundial da Infância 2017: as crianças num mundo digital” (The State of the World’s Children 2017: Children in a digital world), apresenta o primeiro olhar abrangente do UNICEF sobre as diferentes formas como a tecnologia digital está a afectar a vida das crianças e as suas perspectivas de futuro, identificando perigos assim como oportunidades. O relatório defende ainda que os governos e o sector privado não acompanharam o ritmo acelerado da mudança, expondo as crianças a novos riscos, prejudicando e deixando para trás milhões de crianças mais desfavorecidas.

"Para o melhor e para o pior, a tecnologia digital é agora uma realidade irreversível nas nossas vidas", disse o Director Executivo do UNICEF, Anthony Lake. "Num mundo digital, o nosso duplo desafio é mitigar os perigos deste meio, ao mesmo tempo que maximizamos os benefícios do acesso à internet para todas as crianças".

O documento explora os benefícios que a tecnologia digital pode oferecer às crianças mais desfavorecidas, incluindo as que crescem em situação de pobreza ou são afectadas por emergências humanitárias. Estes benefícios incluem aumentar o acesso destas crianças à informação, desenvolver competências necessárias ao mercado de trabalho digital e proporcionar-lhes uma plataforma para se conectarem e comunicarem as suas opiniões.
Mas o relatório mostra que milhões de crianças estão a ficar para trás. Cerca de um terço dos jovens no mundo - 346 milhões - não estão online, agravando as desigualdades e reduzindo a capacidade de participação das crianças numa economia cada vez mais digital.
A publicação analisa também a forma como a internet torna as crianças mais vulneráveis a riscos e perigos, incluindo o uso indevido das suas informações pessoais, o acesso a conteúdos prejudiciais e o ciberbullying. A presença constante de dispositivos móveis, destaca o relatório, levou ao acesso online menos supervisionado - e potencialmente mais perigoso - por parte de muitas crianças.

As redes digitais, como a Deep Web e as criptomoedas (ex: Bitcoin), são facilitadores das piores formas de exploração e abuso, incluindo o tráfico e o abuso sexual infantil "feito sob encomenda online".
O relatório apresenta dados e análises actuais sobre o comportamento online das crianças e o impacto que a tecnologia digital tem no seu bem-estar, explorando debates crescentes sobre o "vício" digital e o possível efeito do tempo de exposição ao ecrã no desenvolvimento do cérebro.

O relatório conclui ainda o seguinte:
• Os jovens (15-24) são a faixa etária mais conectada. Em todo o mundo, 71% estão online, em comparação com 48% da população total.
• Os jovens africanos são os menos conectados, com cerca de 3 em cada 5 jovens offline, em comparação com apenas 3 em cada 75 na Europa.
• Aproximadamente 56% de todos os sites têm conteúdos exclusivamente em inglês e muitas crianças não conseguem encontrar conteúdo que entendam ou que lhes seja culturalmente relevante.
• Mais de 9 em cada 10 URLs relativos a abuso sexual infantil identificados globalmente estão hospedados em cinco países - Canadá, França, Holanda, Federação Russa e Estados Unidos.
Apenas a ação conjunta - por parte de governos, setor privado, organizações infantis, academias, famílias e crianças - pode ajudar a nivelar o campo de jogo digital e tornar a internet mais segura e acessível para as crianças, diz o relatório.
O estudo identifica algumas recomendações para ajudar à criação de políticas mais eficazes e de práticas empresariais mais responsáveis para benefício das crianças, das quais se distinguem:
• Proporcionar a todas as crianças acesso a recursos online de qualidade com valor acessível
• Proteger as crianças dos perigos online - incluindo do abuso, da exploração, do tráfico, do cyberbullying e da exposição a conteúdos inadequados
• Proteger a privacidade e a identidade das crianças online
• Ensinar as crianças sobre literacia digital para as manter informadas, envolvidas e seguras online
• Alavancar o poder do sector privado para a promoção de padrões e práticas éticas que protejam e beneficiem as crianças online
• Colocar as crianças no centro da política digital
"A internet foi projectada para adultos, mas é cada vez mais usada por crianças e jovens - e a tecnologia digital afecta cada vez mais as suas vidas e os seus futuros. Assim, as políticas, as práticas e os produtos digitais devem reflectir melhor as necessidades das crianças, as perspectivas das crianças e as vozes das crianças", disse Lake.
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Acerca do UNICEF
O UNICEF trabalha em alguns dos lugares mais difíceis do mundo, para chegar às crianças mais desfavorecidas. Presentes em 190 países e territórios, trabalhamos para todas as crianças, em qualquer parte, para construirmos um mundo melhor para todos. Para saber mais sobre o UNICEF e o seu trabalho para as crianças, visite www.unicef.pt ou a página facebook do UNICEF Guiné-Bissau.